Capa Clarabóia AF

CLARABOIA E OUTRAS ESTÓRIAS

«Claraboia e outras estórias é uma obra em verso onde a narrativa se entrelaça com a melodia, num registo sóbrio e cristalino, motivando e despertando os juvenis para leituras e cantares. Ou para os pais lerem devagar, aos mais pequenos, semeando emoções, em torno de tópicos simples da natureza e das origens.

As belíssimas e depuradas imagens de Fernanda Fragateiro vão ao encontro da palavra, não como um eco, mas como uma parte essencial de um todo, onde o silêncio e a harmonia só podem despertar o botão dos afectos.»

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OSBERT

Osbert o Vingador – Schwartgarten

O primeiro livro da série Contos de Schwartzgarten, a qual se passa na fictícia cidade de Schwartzgarten.

A admissão de Osbert no mais prestigiado Instituto da cidade, vai pô-lo em contato com todo o tipo de crueldade e de corrupção inimagináveis… Muitas crianças e famílias sofreram durante anos a fio, mas ele é feito de uma outra têmpera e vai tornar-se o mais improvável dos vingadores…

Esta é uma história de tenebrosas delícias e pavorosas atividades, de injustiça e de vingança. Os vilões são Vis. O cenário é Sinistro. E o bem NEM sempre prevalece… Se preferes cutelos a gatinhos e facínoras às fadas… então, sê bem-vindo aos contos de Schwartzgarten.

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ROSE 2

Rose e a Princesa Desaparecida – Tomo 2

Ao virar as páginas gastas do seu livro de magia, Rose não consegue acreditar no quanto a sua vida mudou. Outrora uma pobre orfã, ela é agora apresndiza do mago do rei!

Mas quando a princesa adorada por todo o país desaparece, tudo muda. À medida que os rumores de magia begra se espalham pela cidade, o Rei pede ajuda a Rose.

Ela tem de encontrar a princesa desaparecida – antes de tudo estar perdido.

A segunda aventura encantada com Rose.

 

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9789722231725

A Minha Familia Verde

Chamo-me Sapinela e sou o elemento mais novo de uma numerosa família de sapos.

A minha família é muito especial: para além de sermos todos verdes – por dentro e por fora – todos nós gostamos muito de música. Tanto, que decidimos formar uma orquestra, onde cada um toca o instrumento de que mais gosta. Eu, como não podia deixar de ser, toco castanholas.

Um dia, no Grande Sapal do Oeste – é assim que se chama o local onde os nossos antepassados se instalaram depois de terem saído da Cidade dos Fumos – apareceu uma rã-pintada que, com o tempo, se revelou uma intriguista.

E é esta história que tem muitas cores, mas que é sobretudo verde porque o verde é também a cor da esperança, que a Maria Teresa Maia Gonzalez escreveu e a Susana Matos ilustrou.

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9789726657071

Os Grão-Capitães

«Escrevi estes contos, em 1961-62, na atmosfera de um Brasil livre, aonde me exilara em 1959; e escrevi-os sem pôr peias de nenhuma espécie a toda a amargura da vida que, em Portugal, a mim como a todos havia sido dada. […] Pelas datas fictícias que na portada de cada conto vão inscritas, a acção deles cobre um quarto de século de 1928 a 1953. E é como crónica amarga e violenta dessa era de decomposição do mundo ocidental e desse tempo de uma tirania que castrava Portugal, que eles agora, uma dúzia de anos depois de escritos, devem ser lidos.»

Jorge de Sena

 

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O MANTO - CAPA DURA

Opera Omnia – O Manto

«A vida é como um manto em que se arrastam todas as fúrias e ternuras do mundo, e que deixa ficar por toda a parte alguma coisa do seu calor e do seu peso. O manto estende-se e envolve-se, descobre e oculta, agasalha e expõe ao frio; o manto é de farrapos imensos onde se embalou a morte. Desdobra-se, e parece mesquinha urdidura; chega-se aos olhos e a sua cor apaga-se, atira-se no vento e ele cobre os astros inteiramente. Todos transportam o manto nos seus ombros e o levantam à altura do coração, e deixam que ele caia no pó e o perdem nos caminhos onde acaba a história do homem. […] Não se lê nem se escreve o manto; não se pensa nem se move sequer. Mas todos os descontentamentos ele protege, todas as ignorâncias ele vence, todas as solidões ele inspira e transfigura.»

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O MANTO - BROCHADO

O Manto (Capa brochada)

«A vida é como um manto em que se arrastam todas as fúrias e ternuras do mundo, e que deixa ficar por toda a parte alguma coisa do seu calor e do seu peso. O manto estende-se e envolve-se, descobre e oculta, agasalha e expõe ao frio; o manto é de farrapos imensos onde se embalou a morte. Desdobra-se, e parece mesquinha urdidura; chega-se aos olhos e a sua cor apaga-se, atira-se no vento e ele cobre os astros inteiramente. Todos transportam o manto nos seus ombros e o levantam à altura do coração, e deixam que ele caia no pó e o perdem nos caminhos onde acaba a história do homem. […] Não se lê nem se escreve o manto; não se pensa nem se move sequer. Mas todos os descontentamentos ele protege, todas as ignorâncias ele vence, todas as solidões ele inspira e transfigura.»

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A CONSCIENCIA NACIONAL PORTUGUESA

A Consciência Nacional Portuguesa

«No presente livro procuram-se auscultar e traçar as origens e o desenvolvimento das ideias, sentimentos e afectos que estiveram na base da nossa consciência nacional. Para tanto, percorrem-se as grandes linhas que lhe estão na base a tendência para a unidade, através da ideia de Nação, da concepção de Pátria e da corporificação e personalização do País; o desejo de autonomia; a luta pela individualização; e o sentimento de prestígio histórico. Revisitação que numa época de crise, como a que se vive, poderá constituir oportuno e útil objecto de meditação.»

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utopia

A Utopia

A Utopia é uma ilha imaginária onde todos vivem em harmonia e trabalham em favor de bem comum. Desde então, o termo «utopia» está associado à fantasia, sonho, fortuna e bem estar, que são aspectos formadores do ambiente utópico onde se desenvolveu a sociedade utopiana, no país chamado Utopia ou Ilha da Utopia.

«A Utopia é um dos textos mais célebres da cultura europeia e ocidental e tem exercido uma séria e nobre influência. Publicá-lo em português e nos dias de hoje era uma obrigação, pois importa que os sucessos utópicos possam ser meditados na sua idealidade transcendental.

Tomás Morus é um autor onde a lógica da linguagem se prende a uma outra forma de lógica: a do absurdo que se concretiza no utópico.»

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O Príncipe

Desde 1532, data da 1ª edição de O Príncipe que Machiavelli é uma das mais destacadas figuras do pensamento político europeu.

«É enorme o interesse de Machiavelli como expressão de uma época. Daí que ele assuma singular importância, do ponto de vista culturológico. E o interesse referido é amparado, ou acrescido, por uma expressão verbal aliciantíssima que torna o secretário do governo de Florença assaz querido literariamente do grande público.

Os temas maquiavélicos – permanentes da cultura europeia -, voltam a estar agudamente na ordem do dia. Decerto existe vincada afinidade entre o tempo italiano de Maquiavel e aquele que hoje vivemos em toda a Europa.»

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