Suicidas

Suicidas

antologia de escritores suicidas portugueses

Que haverá de acertado em considerar-se os portugueses, tal como fez Miguel de Unamuno, como um povo de suicidas? A presente antologia contém textos de Antero de Quental, Florbela Espanca, Camilo Castelo Branco, Manuel Laranjeira, Mário de Sá-Carneiro e de Barão de Teive que talvez permitam ensaiar uma resposta a tal questão. Nos suicidas portugueses encontramos a Nostalgia, a Saudade, quer dizer, “a dor da proximidade do longínquo”, a profunda experiência da loucura, a profunda experiência do amor, a profunda experiência da ausência, a profunda experiência da morte e, por tudo isso, a profunda, incarnada e experiência trágica da vida e portanto da literatura em que a paixão e o padecimento e o mistério da verdade se tornam indistinguíveis e por vezes insuportáveis

Prefácio de Valter Hugo Mãe

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Aquilino

Aquilino – a escrita vital

Autor invulgar e excelente realizador de uma poética vitalista nos géneros e subgéneros de ficção narrativa (romances, novelas e contos de índole vária), bem como em textos de hibridismo genológico, Aquilino Ribeiro desde cedo foi alvo de uma fortuna crítica que importa hoje rever, a par de uma releitura da sua obra em nova perspectiva. No âmbito de tal poética vitalista é que se plasmam os vectores temático-formais habitualmente mais focados pela leitura crítica da obra aquiliniana. Assim, através do seu estilo versátil, essa obra torna saborosamente sensível uma visão irónica da condição humana, com apresentação tensional dos episódios edénicos na trama trágica da existência imanente, da aura amorosa e dos seus desaires na geral labilidade dos bens e gozos terrenos, do heterodoxo fascínio franciscano às mãos com um desenganado realismo antropológico.

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Mae de um Rio

A Mãe de um Rio – (Contém cd com Leitura da Obra por Agustina Bessa-Luís)

«Esta é a história da mãe de um rio, que tinha vivido mais de mil anos, a ponto de os homens esquecerem a sua existência. Também os vigilantes do espírito humano precisam de ser rendidos, e as águas da sabedoria devem ser habitadas por novos mestres.»

Esta obra conta-nos a história de Fisalina, uma jovem criada numa aldeia com rígidas regras e que parou no tempo. «De temperamento arrebatado, propensa a sonhos e a tristezas inexplicáveis», Fisalina procura a Mãe do rio – figura mítica de Alvite – para alcançar a liberdade que tanto deseja. Depois de percorrer as galerias azuis, de rocha viva, Fisalina acaba por ter os seus dedos metamorfoseados em ouro, marca característica da entidade. Este segredo foi descoberto durante uma festa religiosa provocando um ódio brutal ao povo da aldeia. Refugia-se na serra da Nave e terá de esperar por alguém que troque com ela de lugar.

Inclui um CD com a leitura integral da obra por Agustina Bessa-Luís.

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O Tempo

O tempo

As crianças fazem mil e uma perguntas e querem saber tudo! Porque há estações do ano? De onde vêm as nuvens? Porque é que chove? Como se prevê o tempo? Quem faz os boletins meteorológicos que vemos na televisão?

Este livro faz parte da colecção Onde? Como? Porquê? - uma série de títulos informativos para crianças que, com textos simples e ilustrações apelativas, convidam a querer saber mais sobre temas tão diversos como o mundo em que vivemos, o corpo humano, o tempo, as profissões, a segurança e muitos outros.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

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Planeta Terra

O nosso planeta Terra

As crianças fazem mil e uma perguntas e querem saber tudo! Como se formou a terra? Porque é que os vulcões entram em erupção? O que são os recursos naturais? Devemos cuidar da terra?

Este livro faz parte da colecção Onde? Como? Porquê? - uma série de títulos informativos para crianças que, com textos simples e ilustrações apelativas, convidam a querer saber mais sobre temas tão diversos como o mundo em que vivemos, o corpo humano, o tempo, as profissões, a segurança e muitos outros.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

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Universo

À descoberta do universo

As crianças fazem mil e uma perguntas e querem saber tudo! Onde fica o universo? Quantas estrelas há no céu? O que é um vaivém espacial? É preciso tomar banho no espaço?

Este livro faz parte da colecção Onde? Como? Porquê? - uma série de títulos informativos para crianças que, com textos simples e ilustrações apelativas, convidam a querer saber mais sobre temas tão diversos como o mundo em que vivemos, o corpo humano, o tempo, as profissões, a segurança e muitos outros.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

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corpo humano

À descoberta do corpo humano

As crianças fazem mil e uma perguntas e querem saber tudo! Porque é que tenho dor de dentes? O que é um soluço? Para que precisamos de músculos? Como são os meus ossos?

Este livro faz parte da colecção Onde? Como? Porquê? – uma série de títulos informativos para crianças que, com textos simples e ilustrações apelativas, convidam a querer saber mais sobre temas tão diversos como o mundo em que vivemos, o corpo humano, o tempo, as profissões, a segurança e muitos outros.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

 

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Vale Abraao

Vale Abraão

«A recriação duma Bovary, destinada a servir de guião para um filme de Manuel de Oliveira, trouxe à Autora a necessidade de descobrir a natureza flaubertiana que concebeu Ema e a tomou como seu espelho: “A Bovary sou eu” – disse Gustave Flaubert, no auge da incriminação que pesou sobre a sua vida de romancista. De facto, Ema é Flaubert, e o romance é uma história de paixão que tem como adversária a mediocridade. Chabrol soube tocar essa realidade que ofusca todas as outras, ao dizer: “O ser humano é estúpido. O que salva Ema é que ela se bate.” Ema bate-se contra a rede de pequenas e formidáveis misérias que se apertam em volta dela. Heroína provinciana das insatisfações típicas do ser humano. Dirão os leitores que uma mulher como Ema não existe. Eu direi que sim. A beleza de Ema tornara-se tão evidente que causava uma espécie de paralisia. Aquilo que se não critica desenvolve uma obediência capaz de, para encontrar saída, cair noutras reprovações.»

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Tres mulheres com mascaras de ferro

Três Mulheres com Máscara de Ferro

«Três Mulheres com Máscara de Ferro, texto inédito assina­do por Agustina Bessa‑Luís, em 7 de Março de 1998, sem designação de género, é constituído por três breves páginas densamente manuscritas, como é habitual na autora, e apresenta‑se como um diálogo dramático em um acto, envolvendo três mulheres. Quem são essas três mulheres: três personagens agustinia­nas — Quina, também chamada Sibila, Fanny e Ema, também designada a Bovarinha — protagonistas de três romances da criadora, respectivamente, A Sibila, publicado em 1954, Fanny Owen, em 1979, e Vale Abraão, em 1991. Trata‑se, portanto, de um diálogo que reúne três personagens que atravessam cerca de quarenta anos do universo ficcional de Agustina Bessa‑Luís, separadas entre si por perto de vinte anos de trabalho ficcional.» Isabel Pires de Lima

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toda a mafalda

Toda a Mafalda

Edição comemorativa dos 50 anos

Quem não conhece a Mafalda, a menina reguila que questiona os absurdos da vida e põe a nu os horrores da humanidade? Mafalda é uma (eterna) criança de 6 anos, e é através do seu olhar que Quino nos faz chegar a sua reflexão sobre o mundo e o estranho animal que o habita: o Homem. Assinalando os 50 anos de Mafalda, a Verbo reedita em Portugal todas as suas tiras numa nova edição cartonada que, para além de beneficiar de uma capa inédita, conta ainda com artigos de opinião e diversa informação que, guiando o leitor, o ajudam a contextualizar a personagem e os gags nos acontecimentos históricos que a Argentina e o Mundo vivenciaram entre 1964 e 1973.

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