Koldo

Koldo, O Guerreiro Ártico – 28

Os habitantes árticos de Gwildor aprisionaram cruelmente Koldo, o Guerreiro Ártico.

Koldo é uma Fera boa que quer proteger o reino; como tal, Tom decide ir salvá-lo.

Mas a chegada inesperada de Freya, Mestra das Feras, representa um novo e terrível perigo…

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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Rokk

Rokk, A Montanha Viva – 27

Tom encontra-se numa Missão para libertar a Mestra das Feras de uma maldição malévola.

Mas quando chega a uma vila, nas montanhas, que foi devastada por terríveis derrocadas, apercebe-se de que a destruição foi provocada por uma Fera tão poderosa como a própria montanha…

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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Hawkite

Hawkite, A Flecha Voadora – 26

A temível Hawkite destruiu as colheitas de Gwildor e o povo está a passar fome. Tom tem de acabar com o sofrimento dos habitantes do reino e libertar a Mestra das Feras.

Mas será ele capaz de convencer os hostis aldeãos de que está ali para os ajudar?

E como é que ele irá enfrentar uma Fera no ar?

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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Krabb

Krabb, O Senhor do Mar – 25

No reino de Gwildor, a Mestra das Feras foi amaldiçoada, e as suas ferozes Feras estão a destruir tudo. Tom promete quebrar o encantamento, mas, quando o mortífero Krabb ataca o seu barco, parece que a sua Missão pode estar acabada entes ainda de ter começado…

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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brochado osb

Crónica do Cruzado Osb. – brochado

 

«A Crónica do Cruzado Osb. assinala uma experiência singular na trajectória da romancista. Aqui os vários casos, as personagens e “fábulas” mais ou menos embrionárias subordinam-se, no conjunto do livro, a uma crónica da Revolução de Abril, analisada nas suas primeiras fases e tomada sobretudo como reiterado tema de meditação.» Jacinto do Prado Coelho

«O jornalista Josué, personagem deste romance, misto de Bixiou balzaquiano e de burguês salpicado de falsidades especializadas, adaptou à nossa época a crónica de Osb., com humor lancinante de certos homens de quem se diz que têm mais temperamento do que carácter. Osberno, ou Osberto, era diferente. Mas a sua observação manifesta igualmente um fundo estremecimento, ao desejar que a justiça, perante a cidade destruída, não se detenha sem atingir os erros dos próprios vencedores.»

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dura Osb

Crónica do Cruzado Osb.

«A Crónica do Cruzado Osb. assinala uma experiência singular na trajectória da romancista. Aqui os vários casos, as personagens e “fábulas” mais ou menos embrionárias subordinam-se, no conjunto do livro, a uma crónica da Revolução de Abril, analisada nas suas primeiras fases e tomada sobretudo como reiterado tema de meditação.» Jacinto do Prado Coelho

«O jornalista Josué, personagem deste romance, misto de Bixiou balzaquiano e de burguês salpicado de falsidades especializadas, adaptou à nossa época a crónica de Osb., com humor lancinante de certos homens de quem se diz que têm mais temperamento do que carácter. Osberno, ou Osberto, era diferente. Mas a sua observação manifesta igualmente um fundo estremecimento, ao desejar que a justiça, perante a cidade destruída, não se detenha sem atingir os erros dos próprios vencedores.»

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Norm4 2dbaixa

Diário de um Cromo 4 – Pode Precisar de Pilhas

O que é que se pode esperar num daqueles dias quando se sai da cama e se pisa qualquer coisa que não se devia pisar?…

E com trabalho de casa para fazer, a semanada por receber e um saco de jornais por entregar, uma coisa é garantida:

A vida para Norm não vai deixar de ser menos injusta neste 4.º volume desta coleção best-seller.

E ele já disse que é o único rapaz no planeta que não tem um iPad?

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Norm3 2dbaixa

Diário de um Cromo 3 – Pode Produzir Gases

Toda a gente à volta de Norm parece estar a ficar louca – ou pelo menos, começa a cheirar mal! O pai de Norm está obcecado com o gás, o melhor amigo sucumbiu a um caso de hormonas, e o irmão precisa desesperadamente de desodorizante.

A vida continua a ser injusta para Norm?

ABSO-MAS-QUE-RAIO-LUTAMENTE!

De facto, o mais justo seria dizer que esta vida cheira muito mal!

Este é o 3.º volume das duras batalhas que Norm trava, num mundo que parece estar sempre contra ele.

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AssimFalavaZaratustra

Assim Falava Zaratustra

«A terrível força vital que se desprende de cada uma das páginas escritas por Nietzsche, continua ainda hoje a influir nos caminhos do pensamento contemporâneo. Desde que em Assim Falava Zaratustra foi enunciada a teoria mística do «super-homem», grande parte do pensamento europeu não fez outra coisa que não fosse procurar afirmar na realidade a visão fantástica do filósofo alemão. Na verdade, se examinarmos o quadro evolutivo da poesia europeia (e mundial), é o super-homem que encontramos a latejar em cada verso, um super-homem nietzscheano na sua essência, mas que não consegue encontrar a musculatura e o sistema nervoso mais adaptados à sua função. É este terrível desencontro ocorrido na poesia que devemos alargar às outras formas de pensamento, para podermos desenhar o gráfico da influência exercida por Nietzsche. A vontade do poder é uma das facetas mais agudas deste pensamento e propõe, em maior amplitude, uma maneira de estar no mundo em que as ideias sejam não apenas o pensamento, mas sobretudo os actos.»

 

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“Para o Túmulo de Fernando Pessoa” e outras prosas

«As prosas (dispersas) de Luís de Montalvor, quase todas desvalorizadas ou ignoradas ao longo de várias décadas, e neste volume pela primeira vez reunidas, denunciam a finura de um crítico ou leitor que persegue o que há de raro e estimulante no real e nos textos, mas se vale mais de voos selectivos do que de mergulhos, preferindo a impressão genérica à análise minuciosa; um estilista elegante ou requintado, com a obsessão da beleza e o horror à baixeza, na forma como nas ideias; um esteta obviamente formado na leitura de produções da escola mallarmaica, ou das escolas do decadentismo e do simbolismo. Incidindo sobre o Orpheu, sobre poetas (Pessoa, Sá-Carneiro, Ronald de Carvalho, João de Castro Osório, …), sobre a decadência, sobre a arte indígena, sobre a arte do livro, sobre questões de direito editorial, sobre a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, ou sobre o regime republicano, as prosas aqui reunidas justificam a atenção que nunca lhes fora concedida, e contribuem para que o seu autor, membro da ínclita geração modernista, ocupe na história da cultura e da literatura portuguesa o lugar honroso que muitos lhe têm negado.»

 

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