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OS CAMINHOS DE ORPHEU

Os Caminhos de Orpheu

Para comemorar o centenário de Orpheu, a obra Os Caminhos de Orpheu dá-nos a conhecer «os caminhos que deram origem à revista Orpheu, outros caminhos que a cruzaram ou acompanharam, alguns caminhos de continuidade frustrada e os caminhos astrais trilhados no zodíaco».

Neste livro, resultante da exposição patente na Biblioteca Nacional de Portugal, «apresentam-se originais de Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e outros colaboradores, cartas, publicações da época e obras de arte plástica dos artistas ligados à revista: Almada-Negreiros, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Souza Cardoso. Destacam-se alguns factos pouco conhecidos e estabelecem-se elos que ajudam a compreender o que foi e o que é a Orpheu

Inclui, ainda, material inédito de Eduardo Lourenço; Mário de Sá-Carneiro; Fernando Pessoa e Amadeo de Souza-Cardoso.

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COMBOIO DOS ORFÃOS

Na costa leste dos Estados Unidos, a onda de emigração maciça leva ao abandono de muitas crianças vindas da velha Europa.

Miseráveis entre os mais miseráveis, crianças órfãs, abandonadas e maltratadas, sobrevivem à custa de pequenos furtos e mendicidade nas ruas de Nova Iorque. Só nesta cidade, eram cerca de 20 mil em 1854, ano em que foi posto em prática o primeiro programa de adoção, conhecido por “Orphan Train Riders”. O sistema adquiriu rapidamente uma dimensão e eficácia quase industrial. Quando a iniciativa terminou, em 1929, cerca de 250.000 crianças haviam sido enviadas para o Oeste.

Nova Iorque é uma cidade vibrante mas cruel para com os mais fracos. O número de órfãos a viver nas ruas multiplica-se e o programa é intensificado. Os órfãos são oferecidos a quem os quiser receber. A sua vida dependia dos “pais” que os acolhessem.
Este livro relata uma longa viagem pautada pela amizade, pela entreajuda… mas também pela traição. As primeiras adoções lembram uma feira de gado e há quem esteja disposto a tudo para ser bem adotado…

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ORPHEU 1915-1965 EDIÇÃO FAC-SIMILADA

Obra literária e plástica totalmente concebida por José de Almada Negreiros para celebrar e homenagear Orpheu e todos os seus amigos artistas que o fundaram em 1915.

Com esta edição especial de tiragem única, a Ática – chancela integrada na Babel – celebra o centenário de Orpheu.

«Trata-se da maquete de um livro de poeta-pintor que, pela sua própria fulguração material, é, de novo, o gesto de Orpheu. É também um livro que celebra um acto colectivo de artistas de poesia e de pintura, feita pelo mais representativo dos que ainda se mantêm, em 1965, vivos em corpo e alma. Livro-gesto sobre um grupo e uma poética que em Portugal se chamou Sensacionismo ou Futurismo, e correspondeu à revolução nas artes que explodia na Europa no mesmo momento.

Orpheu 1915-1965 é uma cópia manuscrita que parece recuar à raiz da forma-livro, o códice, brincando com isso e indo mais longe, como a Vanguarda obriga.»

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SÃO ROSAS, SENHOR!

Conta a lenda que, um dia, estava a rainha Santa Isabel com as suas aias rodeada de vários pobres. Seu marido, o rei D. Dinis, aproximou-se e perguntou:

— Que tendes vós no vosso regaço?

E a rainha respondeu:

— São rosas, senhor, são rosas!

E do seu colo caíram rosas conforme a rainha dissera.

Foi assim que ficou conhecido o milagre das rosas, pois o pão que a rainha trouxera e distribuía se transformara em belas rosas.

Assim nasceu uma lenda que o povo contava para festejar a bondade da rainha, e que Alexandre Honrado conta neste livro para que todos se divirtam e aprendam.

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PSICOPATOS

PSICOPATOS

Psicopatos é uma tira humorística sobre um mundo de patos, vítimas frequentes de outros animais que se aproveitam da sua boa vontade e ingenuidade.

O protagonista, Patareco, é um pato estudante de psicologia. Tema para o qual o humor de Psicopatos resvale frequentemente, embora muitos outros temas sejam abordados.

Com Humor e Inteligência, os Psicopatos questionam alguns dos dogmas e evidenciam algumas das contradições das “ciências” psicológicas, tal como se o Inconsciente existe, se as doenças mentais são reais ou se a psicanálise é uma ciência.

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OS HERDEIROS DA LUA DE JOANA – 10.ª EDIÇÃO

«Os Herdeiros da Lua de Joana» é uma peça de teatro que conta como as pessoas que eram próximas de Joana sobrevivem após a sua morte e lidam com a sua ausência e objetos que a rodeavam, nomeadamente a Lua (baloiço). O irmão de Joana não aguenta mais ver o baloiço à porta do quarto da irmã. A mãe, ao ver a Lua ali, altera o comportamento pois não consegue tratar de mais coisas da Joana. Quanto ao pai, vive agarrado às cartas que Joana deixou. Há uma grande diferença entre os pensamentos desta família, tanto na maneira como procedem após a morte de Joana, como na maneira de reagir à perda. Dr. Gomes, o psicólogo da família, ajuda-os a conseguir encarar que Joana morreu. No final do livro, o pai descobre o que fazer com o baloiço: oferece-o à escola que Joana frequentava e num breve discurso pede, a todos, que não sigam o caminho que Joana escolheu, pedindo-lhes que a Lua lhes recorde o que acontecera à filha.

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Poesia 2

POESIA 2

«A poesia de Jorge de Sena aparece, nesta colecção das suas Obras Completas, editada em dois volumes. Em 2013, Poesia 1 reuniu a poesia que o poeta havia publicado em vida. Poesia 2 recolhe a poesia esparsa e inédita à data da sua morte, em 4 de Junho de 1978 – e depois editada por Mécia de Sena –, acrescida de uma mão‑cheia de inéditos e de um poema não recolhido ainda em livro, num total de 895 poemas.

Este volume percorre todo o «diário poético» de Jorge de Sena, desde o primeiro poema que conservou, «Desengano», de 11 de Junho de 1936, até ao último poema que escreveu, «Aviso a cardíacos e outras pessoas atacadas de semelhantes males», de 19 de Março de 1978.» Jorge Fazenda Lourenço

«Como um processo testemunhal sempre entendi a poesia, cuja melhor arte consistirá em dar expressão ao que o mundo (o dentro e o fora) nos vai revelando, não apenas de outros mundos simultânea e idealmente possíveis, mas, principalmente, de outros que a nossa vontade de dignidade humana deseja convocar a que o sejam de facto.

Jorge de Sena

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Koldo

Koldo, O Guerreiro Ártico – 28

Os habitantes árticos de Gwildor aprisionaram cruelmente Koldo, o Guerreiro Ártico.

Koldo é uma Fera boa que quer proteger o reino; como tal, Tom decide ir salvá-lo.

Mas a chegada inesperada de Freya, Mestra das Feras, representa um novo e terrível perigo…

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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Rokk

Rokk, A Montanha Viva – 27

Tom encontra-se numa Missão para libertar a Mestra das Feras de uma maldição malévola.

Mas quando chega a uma vila, nas montanhas, que foi devastada por terríveis derrocadas, apercebe-se de que a destruição foi provocada por uma Fera tão poderosa como a própria montanha…

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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Hawkite

Hawkite, A Flecha Voadora – 26

A temível Hawkite destruiu as colheitas de Gwildor e o povo está a passar fome. Tom tem de acabar com o sofrimento dos habitantes do reino e libertar a Mestra das Feras.

Mas será ele capaz de convencer os hostis aldeãos de que está ali para os ajudar?

E como é que ele irá enfrentar uma Fera no ar?

Embarca com Tom em mais uma aventura e descobre se também Tu serás capaz de sobreviver a esta nova Missão!

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