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ORPHEU 1915-1965 EDIÇÃO FAC-SIMILADA

Obra literária e plástica totalmente concebida por José de Almada Negreiros para celebrar e homenagear Orpheu e todos os seus amigos artistas que o fundaram em 1915.

Com esta edição especial de tiragem única, a Ática – chancela integrada na Babel – celebra o centenário de Orpheu.

«Trata-se da maquete de um livro de poeta-pintor que, pela sua própria fulguração material, é, de novo, o gesto de Orpheu. É também um livro que celebra um acto colectivo de artistas de poesia e de pintura, feita pelo mais representativo dos que ainda se mantêm, em 1965, vivos em corpo e alma. Livro-gesto sobre um grupo e uma poética que em Portugal se chamou Sensacionismo ou Futurismo, e correspondeu à revolução nas artes que explodia na Europa no mesmo momento.

Orpheu 1915-1965 é uma cópia manuscrita que parece recuar à raiz da forma-livro, o códice, brincando com isso e indo mais longe, como a Vanguarda obriga.»

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“Para o Túmulo de Fernando Pessoa” e outras prosas

«As prosas (dispersas) de Luís de Montalvor, quase todas desvalorizadas ou ignoradas ao longo de várias décadas, e neste volume pela primeira vez reunidas, denunciam a finura de um crítico ou leitor que persegue o que há de raro e estimulante no real e nos textos, mas se vale mais de voos selectivos do que de mergulhos, preferindo a impressão genérica à análise minuciosa; um estilista elegante ou requintado, com a obsessão da beleza e o horror à baixeza, na forma como nas ideias; um esteta obviamente formado na leitura de produções da escola mallarmaica, ou das escolas do decadentismo e do simbolismo. Incidindo sobre o Orpheu, sobre poetas (Pessoa, Sá-Carneiro, Ronald de Carvalho, João de Castro Osório, …), sobre a decadência, sobre a arte indígena, sobre a arte do livro, sobre questões de direito editorial, sobre a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, ou sobre o regime republicano, as prosas aqui reunidas justificam a atenção que nunca lhes fora concedida, e contribuem para que o seu autor, membro da ínclita geração modernista, ocupe na história da cultura e da literatura portuguesa o lugar honroso que muitos lhe têm negado.»

 

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Suicidas

Suicidas

antologia de escritores suicidas portugueses

Que haverá de acertado em considerar-se os portugueses, tal como fez Miguel de Unamuno, como um povo de suicidas? A presente antologia contém textos de Antero de Quental, Florbela Espanca, Camilo Castelo Branco, Manuel Laranjeira, Mário de Sá-Carneiro e de Barão de Teive que talvez permitam ensaiar uma resposta a tal questão. Nos suicidas portugueses encontramos a Nostalgia, a Saudade, quer dizer, “a dor da proximidade do longínquo”, a profunda experiência da loucura, a profunda experiência do amor, a profunda experiência da ausência, a profunda experiência da morte e, por tudo isso, a profunda, incarnada e experiência trágica da vida e portanto da literatura em que a paixão e o padecimento e o mistério da verdade se tornam indistinguíveis e por vezes insuportáveis

Prefácio de Valter Hugo Mãe

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Tabacaria

Tabacaria

«Não sou nada./Nunca serei nada./Não posso querer ser nada./À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do Mundo.» São os primeiros versos de um poema emblemático de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa. Numa carta dirigida a Adolfo Casais Monteiro, Pessoa escreveu: “Álvaro de Campos nasceu em Tavira, no dia 15 de Outubro de 1890…”

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Misoginia e Anti Feminismo em Fernando Pessoa

Misoginia e Anti-feminismo em Fernando Pessoa

Brilhante ensaio do investigador José Barreto sobre um tema sucessivamente ocultado do pensamento de Fernando Pessoa. A misoginia e o anti-feminismo de Fernando Pessoa são considerados neste trabalho como partes integrantes da formação do seu ideário político e filosófico. Pessoa foi, além de poeta e prosador, um pensador da sociedade e da política com a mesma singularidade e independência que o caracterizaram na literatura. Esta edição inclui cinco polémicos textos inéditos de Fernando Pessoa.

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cronicas da vida que passa

Crónicas da Vida que Passa

Reúnem-se aqui as seis crónicas publicadas em vida, acompanhadas por duas que ficaram no espólio do poeta e foram publicadas posteriormente. Num primeiro anexo publicam-se os vários esboços das crónicas que se encontram no espólio e que estavam, até agora e à excepção de um, inéditos. Estes documentos permitem acompanhar a génese dos textos e o modo como Pessoa os preparava, propósito para o qual contribuem igualmente as notas genéticas relativas às variantes e aos trechos que Pessoa optou por não incluir nos artigos enviados à redacção do jornal.

Coordenação da obra por Pedro Sepúlveda

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Associacoes secretas

Associações Secretas e outros escritos

O artigo Associações Secretas, publicado por Fernando Pessoa no Diário de Lisboa de 4 de Fevereiro de 1935 e que aqui se reproduz em edição anotada (capítulo I), foi, sem dúvida, o mais importante texto político que o escritor deu à estampa, tanto pelo seu conteúdo e oportunidade como pelo vasto público que alcançou. A importância do artigo advém, por outro lado, do significado e das consequências dessa rara intervenção política a céu aberto de Pessoa, que marca o início da sua ruptura definitiva com o regime de Salazar. A publicação de Associações Secretas desencadeou medidas retaliatórias contra o seu autor, que até aí não tivera grandes razões de queixa da Censura. No debate jornalístico que se seguiu à publicação do artigo, Pessoa não pôde retorquir aos seus críticos.

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Fernando Pessoa o poeta e os seus fantasmas

Fernando Pessoa – O Poeta e os Seus Fantasmas

Este livro reúne os textos que o poeta Carlos Queiroz escreveu após a morte de Fernando Pessoa, recordando o amigo. Reúne também alguma correspondência, até agora inédita, que Carlos Queiroz recebeu de Fernando Pessoa.

Organização, introdução, leitura e notas de Maria Bochicchio.

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