A Visao em Apneia

A Visão em Apneia

Percorrendo alguns dos autores mais importantes da arte portuguesa contemporânea e acompanhando a sua própria actividade curatorial, crítica e ensaística, Delfim Sardo propõe ao leitor, através de um extenso e fundamental conjunto de textos, a experiência da interpretação, sem nunca perder de vista a relação física que as obras de arte convocam.

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Fora de Escala

Manuel Baptista – Fora de Escala

Catálogo bilingue (português e inglês), reúne imagens e apresenta criticamente um conjunto de obras fundamentais do artista Manuel Baptista – desenhos e esculturas realizadas entre 1960 e 1970. Tal como refere José Manuel dos Santos no texto introdutório, “Esta exposição de Manuel Baptista dá um presente ao passado e torna-o futuro de si mesmo. A produção das esculturas concebidas nos anos 60 e 70, em desenhos de uma grande novidade (muitos deles desconhecidos), leva a outra leitura da história artística desse tempo”. A publicação é acompanhada de um destacável/caderno de actividades, permitindo ao leitor uma experiência prática de manuseamento das formas artística do autor.

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The Real Thing – Livro de Artista

Uma narrativa fotográfica do percurso cronológico de Julião Sarmento, desde o ano em que nasceu até ao presente, surge acompanhada de imagens das capas dos seus livros de referência, cujas datas de edição são coincidentes com as das fotografias.

O livro de artista, em 500 exemplares numerados e assinados, tem a forma de um caderno moleskine, com capa dura.

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Sofia Areal

Sofia Areal

A propósito deste livro que nos apresenta obras da Artista Sofia Areal, escreve o Artista Jorge Silva Melo: “Sofia Areal conquistou um lugar particular na arte portuguesa: ela pinta a alegria, esse combate contra a noite, contra a morte. Começou a expor individualmente há uns vinte anos, e o seu trabalho surpreendeu-me logo pelo arrojo afirmativo: em Sofia Areal canta-se a vida, a luz, o prazer. Isso poderá vir em perigosíssimo sentido contrário nas auto-estradas formatadas de muita arte contemporânea, sorumbática, triste, cinzentita, mecanicamente indiferente. E talvez venha, benza-a Deus. Há, em Sofia, um fulgor afirmativo, solar, intempestivo, expansivo, combativo que nos torna estranhamente, intensamente felizes. Ela não nos promete apenas, ela dá-nos a felicidade. No meu panteão, coloco-a ao lado de Gene Kelly, esse génio que nos ensinou a usar a vida como um salto de dança improvável e realista. Sofia Areal pertence a esse grupo restrito e puro: os que sabem que toda a morte é impossível e tudo renasce.”

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Seculo xx

Obras-Primas da Arte Portuguesa – Século XX – Artes Visuais

A colecção OBRAS-PRIMAS DA ARTE PORTUGUESA, procurando dar a conhecer o nosso património artístico mais relevante – Arquitectura, Pintura, Escultura, Ourivesaria e Artes Visuais no Século XX – , destina-se ao grande público . Em cinco volumes amplamente ilustrados, reputados especialistas em História da Arte Portuguesa, nas diversas especialidades, dão-nos a conhecer, através de abordagens originais, acessíveis e com garantido rigor científico, 50 obras-primas que seleccionaram entre tesouros nacionais e as mais notáveis criações contemporâneas. Século XX – Artes Visuais – do auto-retrato de Aurélia de Sousa, de 1900, a João Onofre, através de uma obra de 2000, Delfim Sardo apresenta-nos as obras mais relevantes que neste século se realizaram em Portugal.

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Obras-Primas da Arte Portuguesa – Pintura

A colecção OBRAS-PRIMAS DA ARTE PORTUGUESA, procurando dar a conhecer o nosso património artístico mais relevante – Arquitectura, Pintura, Escultura, Ourivesaria e Artes Visuais no Século XX – , destina-se ao grande público . Em cinco volumes amplamente ilustrados, reputados especialistas em História da Arte Portuguesa, nas diversas especialidades, dão-nos a conhecer, através de abordagens originais, acessíveis e com garantido rigor científico, 50 obras-primas que seleccionaram entre tesouros nacionais e as mais notáveis criações contemporâneas. Pintura – 50 obras-primas da Pintura Portuguesa, dos célebres e míticos Painéis de S. Vicente, de Nuno Gonçalves, do século XV, ao notável retrato de O Grupo do Leão, de Columbano, século XIX, permitem a Dalila Rodrigues dar-nos a conhecer o que de melhor se realizou em Portugal ao longo de quatro séculos.

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ourivesaria

Obras-Primas da Arte Portuguesa – Ourivesaria

A colecção OBRAS-PRIMAS DA ARTE PORTUGUESA, procurando dar a conhecer o nosso património artístico mais relevante – Arquitectura, Pintura, Escultura, Ourivesaria e Artes Visuais no Século XX – , destina-se ao grande público . Em cinco volumes amplamente ilustrados, reputados especialistas em História da Arte Portuguesa, nas diversas especialidades, dão-nos a conhecer, através de abordagens originais, acessíveis e com garantido rigor científico, 50 obras-primas que seleccionaram entre tesouros nacionais e as mais notáveis criações contemporâneas. Ourivesaria – 50 obras-primas da Ourivesaria Portuguesa, desde o Cálice de S. Geraldo, de finais do século X, até ao projecto da Baixela Wellington, de Domingos António Sequeira.

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escultura

Obras-Primas da Arte Portuguesa – Escultura

A colecção OBRAS-PRIMAS DA ARTE PORTUGUESA, procurando dar a conhecer o nosso património artístico mais relevante – Arquitectura, Pintura, Escultura, Ourivesaria e Artes Visuais no Século XX – , destina-se ao grande público . Em cinco volumes amplamente ilustrados, reputados especialistas em História da Arte Portuguesa, nas diversas especialidades, dão-nos a conhecer, através de abordagens originais, acessíveis e com garantido rigor científico, 50 obras-primas que seleccionaram entre tesouros nacionais e as mais notáveis criações contemporâneas. Escultura – 50 obras-primas da escultura, de um Guerreiro da Idade do Ferro até à Viúva, de António Teixeira Lopes, do final do século XIX, são criticamente apresentadas por Joaquim Oliveira Caetano.

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arquitectura

Obras-Primas da Arte Portuguesa – Arquitectura

A colecção OBRAS-PRIMAS DA ARTE PORTUGUESA, procurando dar a conhecer o nosso património artístico mais relevante – Arquitectura, Pintura, Escultura, Ourivesaria e Artes Visuais no Século XX – , destina-se ao grande público. Em cinco volumes amplamente ilustrados, reputados especialistas em História da Arte Portuguesa, nas diversas especialidades, dão-nos a conhecer, através de abordagens originais, acessíveis e com garantido rigor científico, 50 obras-primas que seleccionaram entre tesouros nacionais e as mais notáveis criações contemporâneas. Arquitectura – 50 edifícios absolutamente notáveis do nosso património arquitectónico, de Norte a Sul do País, são seleccionados e apresentados por Maria de Lurdes Craveiro. O livro permite fazer uma viagem ao longo dos séculos, da Sé Velha de Coimbra ao Hotel do Bussaco.

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Vestigios

Vestígios

O livro-catálogo da Exposição Vestígios apresenta as obras de fotografia do artista Luís Campos. Os edifícios contíguos, Carpintaria e Armazém Novo, integrados no campus da Central Tejo, em Lisboa, hoje Museu de Electricidade e sede da Fundação EDP, são o objecto de atenção de Luís Campos. A incursão que faz nestes espaços em 2000, sob encomenda da Fundação, e que aqui se revela, não é uma mera nostalgia memorialista pelo edifício mais antigo do conjunto edificado. Como refere o crítico de arte João Pinharanda no texto da introdução: “Luís Campos reconstrói ou ficciona uma memória humana e de trabalho intenso, interpreta os vestígios encontrados, sobrepondo-os a testemunhos que vêm do mundo da palavra poética. Somos colocados em espaços ostensivamente subjectivos, não para os percorrermos, mas para os interiorizarmos.”

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